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Tem problema dar mel para o bebê?


O problema de dar mel ao bebê é que pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo. Não importa a marca ou a procedência do mel, o perigo sempre existe. Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Bebês de até 6 meses são especialmente vulneráveis, mas os médicos recomendam que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel. 

Por isso, mesmo que o bebê esteja resfriado, com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano. 

Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas. O xarope de milho também pode conter o esporo. 

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora. 

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes. Prefira oferecer alimentos doces como sobremesa, e depois limpe bem a gengiva e os dentinhos do bebê. 




Fonte de informação:
http://brasil.babycenter.com/x3300025/tem-problema-dar-mel-para-o-beb%C3%AA
 

Como fazer comida para o bebê: por onde começar

A grande vantagem de ir para a cozinha para fazer a comida do bebê é aprender uma série de táticas culinárias novas e adquirir hábitos saudáveis que vão fazer bem para a família inteira. 

O que você vai precisar


Não é muito diferente do que você já tem em casa. Uma panela de pressão é uma mão na roda para fazer caldos e sopas mais rápido -- mas se você não tiver, vai conseguir fazer sopas do mesmo jeito. 

Potinhos plásticos pequenos, que possam ir ao congelador, são excelentes. Assim você pode congelar a sopa ou a comida em porções individuais, para uma refeição só. Também são ótimos para levar para outros lugares, como a casa da avó ou uma saída para almoçar fora com adultos. 

liquidificador também pode ser dispensado, porque dá para passar os legumes na peneira ou amassar com o garfo. Mas o melhor é ter a opção de usá-lo, na hora da pressa. 

Descascadores de legumes são baratinhos, encontráveis em qualquer feira ou mercado, e facilitam muito a vida na hora de preparar os alimentos. Mesmo quem nunca descascou nada consegue sem problemas, com a ajuda deles. 

Em termos de apetrechos para o bebê, um cadeirão é bom, mas no começo dá para usar o carrinho ou o bebê conforto mesmo. Pratinhos de plástico firme (não aqueles descartáveis) evitam acidentes. Babadores ou fraldas de pano são indispensáveis. 

Como comprar os ingredientes


Quanto mais frescos estiverem os legumes, as frutas e as verduras, melhor. Em determinadas regiões do país já há a opção de comprar orgânicos, o que é preferível, pois há menos substâncias tóxicas. O problema é que eles costumam ser caros demais. 

Verduras e legumes congelados também podem ser usados. 

As primeiras frutas são clássicas: laranja-lima, mamão, banana, maçã, pêra, abacate. 

Na área de salgados, você terá um bom começo com batata, mandioquinha (batata baroa), abóbora, cenoura, beterraba, nada muito complicado. 

Leia mais detalhes sobre como saber que frutas, legumes e verduras são de boa qualidadena feira ou no mercado. 

Pondo a mão na massa


Antes de qualquer coisa, lave muito bem as mãos e os ingredientes. Você pode ter uma escovinha na cozinha só para lavar bem os legumes e as frutas. Lave sob a água corrente, esfregando bem, mesmo que vá descascar. Pode usar até detergente neutro, enxaguando bem depois. 

A água sanitária é um ótimo agente de limpeza. Basta deixar o alimento cru de 
molho em água com um pouco do produto (1 colher de sopa por litro), por 
pelo menos 15 minutos, em seguida escorrer e enxaguar tudo muito bem em água corrente, para evitar que sobre um gosto desagradável. 

A mesma substância da água sanitária, o hipoclorito de sódio, também é comercializada só para esse uso, em gotas, e pode também ser obtida em alguns postos de saúde. 

O vinagre, bastante utlizado na higienização caseira de frutas, legumes e verduras, não é considerado eficiente para eliminar microorganismos pelos especialistas. Em caso de mais dúvidas, leia nosso texto sobre como higienizar alimentos. 

Para preservar o máximo dos nutrientes, procure não ferver as verduras e os legumes em água e depois jogar a água fora. Se precisar cozinhar em água, use a menor quantidade possível. 

No começo, tudo deve ser bem molinho (leia mais sobre os primeiros alimentos do bebê). Por isso é bom cozinhar tudo muito bem -- fica mais fácil para amassar com o garfo e formar a papinha. 

Procure comprar carne e frango bem frescos. Retire a pele e a gordura antes de cozinhar. No começo, dependendo da orientação do pediatra, só caldo de carne e frango podem ser usados, sendo depois de algumas semanas batidos no liquidificador ou processador e lá pelos 10 meses, cortados em pedaços bem pequenos ou desfiados. 

Leia nossas sugestões de combinações de sabores para as primeiras papinhas. 

Dicas para a hora de servir


- Ofereça a comida morna, mais ou menos na temperatura do corpo. Se você a colocar sobre o dorso da mão, o certo é não senti-la pelando. 

- Cuidado quando esquentar a comida no microondas, porque uma parte fica morna e outra fica quentíssima, e você pode não perceber. Se for sopa, misture bem depois de esquentar, e aí teste a temperatura. Alimentos como a batata "seguram" mais o calor e podem ficar quentes por dentro sem que você perceba. 

- Jogue fora tudo o que sobrar no prato. A regra é simples: se você colocou uma colher que foi para a boca de alguém na comida, essa comida não pode ser guardada. As bactérias presentes na saliva, mesmo em pequena quantidade, podem se proliferar no alimento, até dentro da geladeira. Bebês têm o sistema digestivo mais sensível, portanto todo cuidado é pouco. 

- Coloque pouca comida no pratinho. Primeiro para evitar o desperdício: tudo o que sobrar terá que ser jogado no lixo, como explica o item acima. Segundo para evitar a frustração: se seu filho comer 10 colheres, pode ser que esteja ótimo para ele, mas você vai ficar achando que ele não comeu nada porque o prato ainda está cheio. Uma boa medida para começar é mais ou menos a quantidade de alimento que cabe em uma xícara (a criança pode pedir mais ou ficar satisfeita com cerca de 200 ml de papa). 

- Não ponha açúcar na comida do bebê. O açúcar das frutas já é suficiente (prefira as mais maduras, que são mais docinhas). E lembre-se de que não pode dar mel a crianças de menos de 1 ano. 

- Vá com calma nos temperos. Coloque pouco ou nenhum sal e vá usando cebola e alho bem aos poucos, para o bebê ir se acostumando. Por outro lado, também não vale dar uma comida insossa demais para o bebê -- seu objetivo é que ele aprenda a comer as mesmas coisas que o resto da família, no futuro, e que tenha hábitos alimentares saudáveis

- Preste atenção em possíveis alergias alimentares. Dê um ingrediente novo por dia, não cinco de uma vez, senão você não vai ter como saber qual foi que fez mal, em caso de reação. Saiba mais sobre como apresentar novos alimentos. 

- Reaproveite as sobras (desde que não as do prato do bebê). Na geladeira, elas podem ser dadas à criança até o dia seguinte. Você também pode congelar a comida -- de preferência em porções individuais. Escalde o recipiente antes, para garantir. Num freezer que seja só freezer (não junto com a geladeira), os alimentos assim podem durar mais de 3 meses, mas o melhor é ir usando logo. Cole etiquetas com a data para ir aproveitando o que está no freezer há mais tempo. 

No congelador da geladeira, principalmente se não houver porta separada, a durabilidade é menor. É melhor usar o alimento em no máximo um mês. 

Revisado pela nutricionista Tânia Rodrigues, da RGNutri Consultoria Nutricional 





Fonte de informação:
http://brasil.babycenter.com/a4700046/como-fazer-comida-para-o-beb%C3%AA-por-onde-come%C3%A7ar
 

Como lidar com o estresse da chegada do bebê?

É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. Você pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com você, não dá para entender exatamente o que é isso. Até as mulheres mais sacudidas podem virar farrapos humanos, incapazes de tirar o pijama ou de dar um pulinho na padaria para comprar pão, de tão cansadas e inseguras. É inevitável que a mulher se pergunte, nessa hora, se ela é a única a ficar tão desorientada com a nova vida. A resposta é não. Acontece com quase todo mundo. 
A recuperação do parto
Pensando bem, não é de surpreender que a chegada de um filho não seja o mar de rosas com que você sempre sonhou. Para começar, você acabou de passar por uma experiência exaustiva, em termos físicos e emocionais, que foi dar à luz. A circulação dos hormônios no seu corpo mudou drasticamente. Você pode estar se recuperando de uma cirurgia, com pontos por cicatrizar e com cólicas. Ao mesmo tempo, está tentando aprender a amamentar, muito provavelmente com os seios doloridos. Seu parceiro também sofre com a falta de sono e com a sensação de não poder ajudar muito -- além de ter de equilibrar trabalho e família. 

O cotidiano com um bebê

A vida cotidiana com um recém-nascido pode virar um caos num piscar de olhos. Você está tão cansada que mal consegue abrir os olhos; não consegue se trocar porque, toda vez que abre o armário para decidir que roupa cabe no seu corpo ainda meio grávido, o bebê chora ou precisa de alguma coisa. Banho, então, nem pensar -- só quando tiver alguém para olhar o bebê. Você fica tão preocupada com os horários das mamadas que se esquece de tomar o café da manhã. Praticamente não sabe nem mais como se chama. 

E, no meio disso tudo, você se dá conta de que, apesar de quase não ter experiência nenhuma no assunto, é responsável pelo bem-estar, pelos cuidados, pela alimentação e pela proteção daquele bebezinho tão frágil, 24 horas por dia, sete dias por semana. E tem de levá-lo ao pediatra para pesar e dar vacina, cuidar da roupa, pensar no jantar e ainda proporcionar os melhores estímulos para seu desenvolvimento. Dá para entender por que tanto estresse. 

Como lidar com o estresse

Os primeiros dias do bebê são difíceis, mesmo que envoltos numa atmosfera de amor e alegria pela chegada. Há dias em que o peso da responsabilidade, as tarefas domésticas e os cuidados práticos com o bebê não deixam você curtir o seu filho como gostaria. Com o tempo, você vai criar uma nova rotina e vai ficar mais calma, mas, enquanto isso não acontece, veja algumas dicas para sobreviver:
  • Saia para uma caminhada 
    Você pode estar se sentindo enclausurada dentro de casa. Sair um pouco, nem que só por meia hora, ajuda a tornar o dia mais agradável e mudar a rotina. Se o dia estiver bonito, ponha o bebê no carrinho e dê uma volta, ou faça uma visita rápida a uma amiga. Tente "pôr o pé na rua" pelo menos uma vez por dia.

  • Não exagere 
    A casa não precisa ficar impecável nesses primeiros dias. O cardápio do jantar não precisa ser superespecial. Não se exija tanto nas tarefas domésticas (ou profissionais, para quem trabalha por conta própria e não pode se afastar totalmente na licença-maternidade). O bebê é o que mais importa agora.

  • Procure ter companhia 
    Muitas vezes as pessoas se afastam nas primeiras semanas porque não querem atrapalhar. Se você acha que vai se sentir melhor com companhia, telefone para amigas ou familiares. Não precisa ser uma visita formal, cheia de cerimônia. É só por companhia mesmo. Mães que já passaram por essa fase vão entendê-la melhor. Se conhecer alguém com um bebê tão pequenininho quanto o seu, melhor ainda. Aí você vai ver que não é a única a andar por aí como um zumbi, com olheiras e manchas de leite na roupa.

  • Aceite ajuda 
    Na maioria dos casos, os familiares gostam de ajudar. Se sua mãe ou sua sogra ofereceram para dar uma arrumada na casa ou trazer o jantar, aceite. Aproveite que elas vão estar loucas para ficar com o bebê e tome um bom banho, com calma. Quem não aceita ajuda pode acabar se arrependendo depois.

  • Dedique um tempinho para si 
    Um dos conselhos mais comuns para mães que acabaram de ter um bebê é "aproveite para dormir sempre que ele estiver dormindo". Nunca se sabe como vai ser a noite, portanto, se você conseguir tirar um cochilo, ótimo. Só que nem todo mundo consegue dormir no meio do dia. Mesmo que você não consiga, aproveite esse tempinho para descansar. Leia um livro, telefone para uma amiga, visite seus blogs favoritos, faça o que gosta. Dedicar um tempo para si mesma é um bom jeito de recarregar as energias.

Crie uma nova rotina

A boa notícia é que as coisas vão ficando mais fáceis à medida que você conhece melhor o bebê e sabe o que ele gosta e não gosta, e fica mais confiante como mãe. 

É verdade que a vida muda totalmente a partir do momento que o bebê nasce, mas o caos e o estresse das primeiras semanas não duram para sempre. Logo você vai ver que cuidar do bebê será uma coisa natural, que fará sem tanto esforço.



Fonte de informações:
http://brasil.babycenter.com/a1500318/estressada
 

Tem problema dar bronca no bebê para ensinar o certo e o errado?


Neste momento, seu trabalho "educativo" consiste em manter seu bebê seguro, acolhido e estimulado, já que disciplina de verdade -- daquele tipo que ensina lições e muda comportamentos -- só poderá ser aplicada mais no futuro. A realidade é que um bebê que engatinha pode até já ser grandinho para aprontar, mas não é de jeito nenhum maduro para diferenciar o certo do errado. 

Isso não quer dizer que você não possa começar desde já a orientá-lo, praticando aquelas técnicas que farão parte da vida de vocês dois por anos a fio. Quando ele puxar o fio do aparelho de TV ou tentar lamber seu sapato, olhe firme para ele e diga "Não faça isso", redirecionando-o rapidamente para outra atividade, mais segura. Como a atenção das crianças desta idade é muito curta, logo logo ele vai esquecer o que estava fazendo antes. 

Não importa o que o bebê fizer, bater nele ou gritar nunca serão respostas apropriadas. Esse tipo de disciplina só servirá para assustá-lo e pode até machucá-lo de verdade. Chacoalhar um bebê pode causar danos cerebrais permanentes e até a morte. Se o nervoso que você passar for além da conta, coloque a criança em um lugar seguro, como o berço, por exemplo, e se permita dar um tempo longe dela para acalmar. 

Para evitar esse tipo de problema, o melhor mesmo é que sua casa seja um ambiente seguro para crianças. (Leia mais em nossos artigos sobre segurança na cozinha e como deixar a casa segura para crianças que engatinham.) Se você não quer que seu filho mexa naquilo, tire do alcance dele. 

Verifique também se as tomadas estão cobertas com protetores, tire objetos perigosos do meio do caminho, veja se móveis pesados não podem cair se forem puxados e se a fiação elétrica está devidamente protegida. Assim você economiza muitos "nãos" e, em vez de só ficar dando broncas, vai poder desfrutar mais da companhia do seu filho e se maravilhar com a fascinação dele pelo mundo ao redor. 




Fonte de informações:
http://brasil.babycenter.com/x4300123/tem-problema-dar-bronca-no-beb%C3%AA-para-ensinar-o-certo-e-o-errado
 

Não posso carregar meu recém-nascido no colo, no banco de trás?


Não. O corpo do adulto acaba esmagando a criança na hora do acidente, em vez de protegê-la. A legislação do Contran determina que todas as crianças usem a cadeirinha até os 7 anos e meio, ou seja, recém-nascidos também estão incluídos. 

Seu filho deve sair da maternidade já bem amarradinho na cadeirinha. Você pode até treinar antes de ele nascer, instalando a poltrona e colocando e tirando um boneco para ir se acostumando com os fechos. Inclua a cadeirinha na lista de coisas a comprar durante a gravidez. 

Exatamente o que determina a legislação brasileira?


Em boa parte dos países desenvolvidos o uso da cadeirinha já era obrigatório havia anos quando o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou, em 2008, a determinação obrigando ao uso desse tipo de assento no Brasil. 

A lei foi criticada por especialistas por ser branda demais e determinar a obrigatoriedade por idade, em vez de por altura e/ou peso, que são parâmetros mais exatos. Ela também isenta veículos de transporte escolar e de transporte coletivo, como táxis e ônibus, da obrigatoriedade. 

Leia abaixo os principais pontos da resolução do Contran: 


  • Crianças de 0 a 1 ano têm que usar bebê-conforto ou poltrona reversível voltados para a traseira do veículo.

  • Crianças de 1 a 4 anos têm de usar cadeirinha.

  • Crianças de 4 a 7 anos e meio têm de usar assento de elevação, ou "booster", com o cinto de segurança de três pontos do carro.

  • Crianças de 7 anos e meio a 10 anos devem viajar no banco traseiro com o cinto de segurança do veículo.

  • Se houver mais de três crianças abaixo de 10 anos no carro, a mais alta pode ir no banco da frente com o dispositivo de retenção adequado (cadeirinha ou booster, se tiver menos de 7 anos e meio) para sua altura e peso. O mesmo se aplica a carros que não tenham banco traseiro ou em que não seja possível instalar cadeirinhas. Especialistas, porém, não recomendam que crianças viajem no banco da frente.

  • Montadoras e fabricantes de veículos podem estabelecer restrições extras ao uso de cadeirinhas, e essas restrições devem constar do manual do carro.




Fonte de informações:
http://brasil.babycenter.com/a1500828/saiba-tudo-sobre-as-cadeirinhas-de-carro
 

Fiquei confusa com a variedade de cadeirinhas na loja. Qual é adequada para que idade?


Existem três tipos principais de poltronas para crianças. Em termos de segurança, mais que a idade, o que interessa é o peso e a altura do seu filho, em relação ao que está escrito no manual de cada cadeirinha. 


  • Bebê-conforto: São cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos até cerca de 9 kg (algumas até 13 kg), mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.


Esse tipo de bebê-conforto, com cinto de segurança interno de cinco pontos, encaixa na maioria dos carrinhos, o que significa que você pode tirar o bebê do carro dormindo, com cadeirinha e tudo, sem ter que incomodá-lo ou acordá-lo. São os chamados "travel systems".

A desvantagem é que, depois que a criança chega ao limite de peso (9 kg ou até 13 kg), é necessário comprar outra poltrona. Se a criança ainda não tiver 1 ano, a nova cadeira terá de ser do tipo reversível (leia a seguir). 


  • Poltronas reversíveis: São cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto.


Antigamente a orientação era para que a poltrona fosse virada para a frente quando o bebê completasse 1 ano e atingisse 9 kg, mas hoje em dia fabricantes e especialistas recomendam que se mantenha a criança virada para trás pelo máximo de tempo possível(até o limite de peso de cada modelo). Um ano de idade e 9 kg é, então, o mínimo

Essas poltronas têm cintos de segurança de cinco pontos, mas também existem modelos que se transformam em "boosters" para que a criança use o próprio cinto do carro (leia abaixo). 

Existem também poltronas não reversíveis, que só podem ser usadas viradas para a frente. Essas só podem ser usadas com crianças de mais de 1 ano e mais de 9 kg. Confira sempre o manual antes de comprar. 


  • Poltronas para o posicionamento do cinto do carro (boosters): São poltronas ou "banquinhos" que servem para a criança ficar mais alta e dessa forma usar o cinto normal do carro na posição correta.


Esse tipo de assento de elevação pode ou não ter encosto. No caso dos sem encosto, é necessário que o carro tenha proteção para a cabeça, que evita o efeito de "chicote" em caso de acidente, um grande causador de lesões na medula espinhal. 

Os assentos de elevação com encosto têm a vantagem de posicionar melhor a parte superior do cinto, pois costumam ter "passantes" e ser ajustáveis à altura da criança. Só podem usar esse tipo de poltrona crianças com mais de 4 anos de idade, segundo a resolução do Contran, mas não tenha pressa de fazer a mudança. 

A legislação brasileira afirma que esse tipo de cadeira é obrigatório para crianças de até 7 anos e meio, mas o ideal é que ela seja usada até a criança ter 1,45 m de altura. A partir daí ela pode passar a utilizar o cinto normal do banco, sem assento. 

Não basta ter a cadeirinha. É preciso saber instalar e usar


Instalar a cadeirinha do carro não é tarefa fácil. É preciso passar o cinto de segurança do veículo pelos locais indicados no manual de instrução do assento (nem sempre muito bem explicado) e apertar bem, até que a cadeira praticamente não se mexa. Para isso, você ou seu companheiro terão que literalmente subir na cadeira, para forçá-la contra o estofado e garantir que a instalação esteja realmente firme. 

De acordo com especialistas, o melhor lugar para a instalação da cadeirinha é no assento do meio do banco traseiro, para diminuir o risco de um impacto no caso de acidentes. Sempre que possível, reserve esse lugar para a criança mais nova. 

Não adianta ter a cadeirinha e não prender seu filho direito. O cinto da cadeirinha precisa ser colocado de forma que apenas um dedo caiba entre o cinto e o corpo da criança, ou seja, o cinto precisa ficar justo. 

Você saberá que ele está bem colocado se não conseguir "pinçar" o tecido usando os dedos polegar e indicador. O motivo disso é que, se o cinto estiver largo, além de a criança poder se soltar, no caso de acidente haverá um forte impacto do corpo dela com o cinto, o que já é suficiente para provocar lesões graves. 

Em outros países, como nos Estados Unidos, os carros são equipados com um sistema, chamado LATCH, que facilita a instalação das cadeirinhas. No Brasil o sistema não é obrigatório, portanto você vai precisar instalar o equipamento com o cinto de segurança do veículo. 

A regularidade no uso também é essencial. Não use a cadeirinha só para viajar, ou apenas em distâncias mais longas. Acostume seu filho a usá-la sempre, nem que seja para ir até a esquina. 




Fonte de informações: 
http://brasil.babycenter.com/a1500828/saiba-tudo-sobre-as-cadeirinhas-de-carro
 

É seguro colocar a cadeirinha do meu filho no banco da frente?


Não, não é seguro instalar uma cadeirinha para crianças no banco da frente de um automóvel. 

O banco de trás é sempre mais seguro, até mesmo para um adulto. O corpo da criança é frágil e precisa do máximo de proteção. 

Embora a lei brasileira tenha aberto exceção permitindo a instalação de cadeirinha no banco da frente em alguns casos, evite fazer isso. Você fica livre da multa, mas põe em risco a saúde e a segurança da criança. 

As cadeirinhas de carro passam por vários testes, e esses testes são realizados levando em conta sua instalação no banco traseiro do veículo. Nem mesmo as fabricantes de cadeirinhas têm como garantir sua eficácia quando a instalação é feita no banco da frente. É por isso que no próprio manual da cadeirinha você vai encontrar a proibição de colocar o equipamento no assento dianteiro do carro. 

Além disso, no banco da frente a criança corre o risco de ser atingida pelo choque de uma batida, visto que grande parte das colisões é frontal. O perigo é ainda maior se a criança tiver menos de 1 ano. Nesse caso, a cadeirinha precisa ser instalada de costas para o movimento, para proteger o pescoço do bebê, e a cabecinha fica bem próxima do painel e do parabrisa. 

Se seu carro é antigo e só tem cintos de dois pontos nos bancos de trás, você pode tentar procurar cadeirinhas mais antigas ou importadas que prevejam, no manual, instalação comcinto de dois pontos. O ideal seria que o governo liberasse a importação dessas cadeirinhas. Você pode procurar saber se é possível instalar um cinto de três pontos no seu carro. 

A única outra alternativa para transportar seu filho com segurança, infelizmente, é trocar de carro. 

A ONG Criança Segura faz um apelo para que os pais nessa situação encarem a troca de carro como uma prioridade. 





Fonte de informações:
http://brasil.babycenter.com/x5400091/%C3%A9-seguro-colocar-a-cadeirinha-do-meu-filho-no-banco-da-frente
 





 
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